"Vitórias e derrotas"
Autor: - T. Roosevelt
Buscar na Web "- T. Roosevelt"
"É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a derrota, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota."
Categoria: Citação
Escrito por Mariangela às 09h32
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AULA DE MESTRE
O professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Weber Figueiredo, deu uma última aula para seus ex-alunos. Diante de uma platéia de formandos, acompanhados de seus pais, o professor paraninfo da turma discursou sobre o Brasil. Leia o que disse Weber Figueiredo:
"Ilustríssimos Colegas da Mesa, Senhor Presidente, meus queridos alunos, Senhoras e Senhores. Para mim é um privilégio ter sido escolhido paraninfo desta turma. Esta é como se fora a última aula do curso. O último encontro, que já deixa saudades.
Um momento festivo, mas também de reflexão. Se eu fosse escolhido paraninfo de uma turma de direito, talvez eu falasse a importância do advogado que defende a justiça e não apenas o réu. Se eu fosse escolhido paraninfo de uma turma de medicina, talvez eu falasse da importância do médico que coloca o amor ao próximo acima dos seus lucros profissionais. Mas, como sou paraninfo de uma turma de engenheiros, vou falar da importância do engenheiro para o desenvolvimento do Brasil.
Para começar, vamos falar de bananas e do doce de banana, que eu vou chamar de bananada especial, inventada (ou projetada) pela nossa vovozinha lá em casa, depois que várias receitas prontas não deram certo. É isso mesmo. Para entendermos a importância do engenheiro vamos falar de bananas, bananadas e vovó.
A banana é um recurso natural, que não sofreu nenhuma transformação.
A bananada é = a banana + outros ingredientes + a energia térmica fornecida pelo fogão + o trabalho da vovó e + o conhecimento, ou tecnologia da vovó.
A bananada é um produto pronto, que eu vou chamar de riqueza.
E a vovó?
Bem a vovó é a dona do conhecimento, uma espécie de engenheira da culinária.
Agora, vamos supor que a banana e a bananada sejam vendidas. Um quilo de banana custa um real.
Já um quilo da bananada custa cinco reais. Por que essa diferença de preços?
Porque quando nós colhemos um cacho de bananas na bananeira, criamos apenas um emprego: o de colhedor de bananas.
Agora, quando a vovó, ou a indústria, faz a bananada, ela cria empregos na indústria do açúcar, da cana-de-açúcar, do gás cozinha, na indústria de fogões, de panelas, de colheres e até na de embalagens, porque tudo isto é necessário para se fabricar a bananada.
Resumindo, 1kg de bananada é mais caro do que 1kg de banana porque a bananada é igual banana mais tecnologia agregada, e a sua fabricação criou mais empregos do que simplesmente colher o cacho de bananas da bananeira.
Agora vamos falar de outro exemplo que acontece no dia-a-dia no comércio mundial de mercadorias.
Em média: 1kg de soja custa US$ 0,10 (dez centavos de dólar), 1kg de automóvel custa US$ 10, isto é, 100 vezes mais, 1kg de aparelho eletrônico custa US$ 100, 1kg de avião custa US$1.000 (10mil quilos de soja) e 1kg de satélite custa US$ 50.000.
Vejam, quanto mais tecnologia agregada tem um produto, maior é o seu preço, mais empregos foram gerados na sua fabricação.
Categoria: Literatura
Escrito por Mariangela às 13h01
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Aula de Mestre - cont.
Os países ricos sabem disso muito bem. Eles investem na pesquisa científica e tecnológica. Por exemplo: eles nos vendem uma placa de computador que pesa 100g por US$ 250. Para pagarmos esta plaquinha eletrônica, o Brasil precisa exportar 20 toneladas de minério de ferro. A fabricação de placas de computador criou milhares de bons empregos lá no estrangeiro, enquanto que a extração do minério de ferro, cria pouquíssimos e péssimos empregos aqui no Brasil.
O Japão é pobre em recursos naturais, mas é um país rico. O Brasil é rico em energia e recursos naturais, mas é um país pobre. Os países ricos, são ricos materialmente porque eles produzem riquezas.
Riqueza vem de rico. Pobreza vem de pobre. País pobre é aquele que não consegue produzir riquezas para o seu povo. Se conseguisse, não seria pobre, seria país rico.
Gostaria de deixar bem claro três coisas:
1º) quando me refiro à palavra riqueza, não estou me referindo a jóias nem a supérfluos. Estou me referindo àqueles bens necessários para que o ser humano viva com um mínimo de dignidade e conforto;
2º) não estou defendendo o consumismo materialista como uma forma de vida, muito pelo contrário;
3º) e acho abominável aqueles que colocam os valores das riquezas materiais acima dos valores da riqueza interior do ser humano.
Existem nações que são ricas, mas que agem de forma extremamente pobre e desumana em relação a outros povos.
Creio que agora posso falar do ponto principal. Para que o nosso Brasil torne-se um País rico, com o seu povo vivendo com dignidade, temos que produzir mais riquezas. Para tal, precisamos de conhecimento, ou tecnologia já que temos abundância de recursos naturais e energia. E quem desenvolve tecnologias são os cientistas e os engenheiros, como estes jovens que estão se formando hoje. Infelizmente, o Brasil é muito dependente da tecnologia externa. Quando fabricamos bens com alta tecnologia, fazemos apenas a parte final da produção.
Por exemplo: o Brasil produz 5 milhões de televisores por ano e nenhum brasileiro projeta televisor. O miolo da TV, do telefone celular e de todos os aparelhos eletrônicos, é todo importado.
Somos meros montadores de kits eletrônicos. Casos semelhantes também acontecem na indústria mecânica, de remédios e, incrível, até na de alimentos.
O Brasil entra com a mão-de-obra barata e os recursos naturais.
Os projetos, a tecnologia, o chamado pulo do gato, ficam no estrangeiro, com os verdadeiros donos do negócio. Resta ao Brasil lidar com as chamadas caixas pretas.
É importante compreendermos que os donos dos projetos tecnológicos são os donos das decisões econômicas, são os donos do dinheiro, são os donos das riquezas do mundo. Assim como as águas dos rios correm para o mar, as riquezas do mundo correm em direção aos países detentores das tecnologias avançadas.
A dependência científica e tecnológica acarretou para nós brasileiros a dependência econômica, política e cultural. Não podemos admitir a continuação da situação esdrúxula, onde 70% do PIB brasileiro é controlado por não residentes. Ninguém pode progredir entregando o seu talão de cheques e a chave de sua casa para o vizinho fazer o que bem entender.
Categoria: Literatura
Escrito por Mariangela às 13h01
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Aula de Mestre
Eu tenho a convicção que desenvolvimento científico e tecnológico aqui no Brasil garantirá aos brasileiros a soberania das decisões econômicas, políticas e culturais. Garantirá trocas mais justas, no comércio exterior. Garantirá a criação de mais e melhores empregos.
E, se toda a produção de riquezas for bem distribuída, teremos a erradicação dos graves problemas sociais. O curso de engenharia da UERJ, com todas as suas possíveis deficiências, visa a formar engenheiros capazes de desenvolver tecnologias. É o chamado engenheiro de concepção, ou engenheiro de projetos.
Infelizmente, o mercado nacionalizado nem sempre aproveita todo este potencial científico dos nossos engenheiros.
Nós, professores, não podemos nos curvar às deformações do mercado. Temos que continuar formando engenheiros com conhecimentos iguais aos melhores do mundo.
Eu posso garantir a todos os presentes, principalmente aos pais, que qualquer um destes formandos é tão ou mais inteligente do que qualquer engenheiro americano, japonês ou alemão.
Os meus trinta anos de magistério, lecionando desde o antigo ginásio até a universidade, me dá autoridade para afirmar que o brasileiro não é inferior a ninguém, pelo contrário, dizem até que somos muito mais criativos do que os habitantes do chamado primeiro mundo.
O que me revolta, como professor cidadão, é ver que as decisões políticas tomadas por pessoas despreparadas ou corruptas são responsáveis pela queima e destruição de inteligências brasileiras que poderiam, com o conhecimento apropriado, transformar o nosso Brasil num país florescente, próspero e socialmente justo.
Acredito que o mundo ideal seja aquele totalmente globalizado, mas uma globalização que inclua a democratização das decisões e a distribuição justa do trabalho e das riquezas.
Infelizmente, isto ainda está longe de acontecer, até por limitações físicas da própria natureza.
Assim, quem pensa que a solução para os nossos problemas virá lá de fora, está muito enganado. O dia que um presidente da República, ao invés de ficar passeando como um dândi pelos palácios do primeiro mundo, resolver liderar um autêntico projeto de desenvolvimento nacional, certamente o Brasil vai precisar, em todas as áreas, de pessoas bem preparadas.
Só assim seremos capazes de caminhar com autonomia e tomar decisões que beneficiem verdadeiramente a sociedade brasileira.
Será a construção de um Brasil realmente moderno, mais justo, inserido de forma soberana na economia mundial e não como um reles fornecedor de recursos naturais e mão-de-obra aviltada.
Quando isto ocorrer, e eu espero que seja em breve, o nosso País poderá aproveitar de forma muito mais eficaz a inteligência e o preparo intelectual dos brasileiros e, em particular, de todos vocês, meus queridos alunos, porque vocês já foram testados e aprovados.
Finalmente, gostaria de parabenizar a todos os pais pela contribuição positiva que deram à nossa sociedade possibilitando a formação dos seus filhos no curso de engenharia da UERJ. A alegria dos senhores, também é a nossa alegria. Muito Obrigado."
Weber Figueiredo Professor da UERJ
Categoria: Literatura
Escrito por Mariangela às 12h58
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Humor
Para quem gosta de animação, recomendo o site Focus on animation e mais: o filme the cat came back
É super divertido!
Categoria: humor
Escrito por Mariangela às 23h14
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ACONTECEU HOJE
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Hoje na História Há um, vinte ou cem anos atrás este dia ficou marcado por um acontecimento histórico. | >Inv(1,15);
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Hoje na História |
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>Inv(1,1);  |
22/11/1993 O Senado do México aprova o “North American Free Trade Agreement” (NAFTA).
22/11/1990 Na Inglaterra, a conservadora Margaret Thatcher renuncia ao cargo de Primeiro Ministro após 11 anos e meio de mandato.
22/11/1989 Num atentado em Beirute, é assassinado o recém eleito-presidente do Líbano, René Muawad.
22/11/1986 Mike Tyson vence Travor Berbick e torna-se, aos 20 anos, o mais jovem campeão mundial dos pesos pesados de todos os tempos.
22/11/1975 Na Espanha, Juan Carlos é proclamado rei.
22/11/1966 Os membros da Comissão Warren se opõem à abertura de um novo inquérito sobre o assassinato de John F. Kennedy.
22/11/1963 Morre o escritor inglês Aldous Huxley, autor do livro “Admirável mundo novo”.
22/11/1963 John F. Kennedy, presidente norte-americano, é assassinado em Dallas, no Texas, enquanto percorria em carro aberto pela cidade.
22/11/1956 Começam os Jogos Olímpicos de Melbourne, na Austrália.
22/11/1955 A União Soviética explode uma bomba de hidrogênio na Sibéria.
22/11/1948 República Democrática do Vietnam pede para ser admitida pelas Nações Unidas.
22/11/1925 Ativação da Central Telefônica Automática de Rio Grande.
22/11/1916 O Flamengo se torna campeão carioca de futebol pela primeira vez.
22/11/1910 Irrompe a Revolta da Chibata.
22/11/1497 Vasco Da Gama, explorador e navegante português, torna-se o primeiro europeu a navegar pelo Cabo da Boa Esperança. | |
FONTE: http://www.eduportal.sangari.com.br/aconteceu_hoje/hoje_na_historia.asp
Categoria: notícias
Escrito por Mariangela às 07h02
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Pinte seu quadro abstrato
O pintor expressionista abstrato Jackson Pollock caminhava por cima de suas pinturas arremessando tintas coloridas por todos os cantos. Dizia que gostava de se sentir dentro de suas obras. Neste link você pode brincar de “Pollock Express” e fazer seu próprio quadro. É só mexer o mouse para pintar. Clicando com o botão esquerdo, você muda a cor...
>>>LINK |
Categoria: humor
Escrito por Mariangela às 09h53
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Borboletas da alma
Em cerca de setenta textos, Drauzio Varela fala da saúde no dia-a-dia, dos avanços da ciência e dos caminhos para uma vida saudável. Borboletas da Alma - escritos sobre ciência e saúde -, acaba de ser lançado pela Editora Companhia das Letras. Do autor dos best-sellers Estação Carandiru e Por um Fio. O diagnóstico de uma doença fatal é um divisor de águas que altera radicalmente o significado do que nos cerca: relações afetivas, desejos, objetos, fantasias, e mesmo a paisagem. Um século se passou em que o anatomista espanhol Santiago Ramón Y Cajal descobriu que o cérebro é povoado de células, com uma infinidade de ramificações. A essas células ele chamou de neurônios e ousou a metáfora poética: “São as misteriosas borboletas da alma, cujo bater de asas poderá algum dia, quem sabe, esclarecer os segredos da vida mental". Estava enunciada, com um quê de lirismo, a teoria neuronal, que valeu ao anatomista o Prêmio Nobel de Medicina. Em torno do cérebro, o órgão mais complexo do organismo, o mais estudado desde a antiguidade, gravitam muitas histórias. Com seu talento para transpor em linguagem acessível os meandros de qualquer tema das ciências médicas, sem abrir mão do rigor cientifico, Drauzio Varela explica como os cem bilhões de misteriosas borboletas que voejam em nosso cérebro respondem pelo instinto materno, pelas causas da homossexualidade, ou pela violência urbana. Borboletas da Alma reúne crônicas e ensaios atualizados e revistos pelo autor, sistematizados em cinco capítulos. Evolução, trata de genes e meio ambiente de esperanças e limites da clonagem. Sem perder de vista a perspectiva da evolução das espécies por 35 milhões de anos, Varela discorre sobre o que em nós é resultado do processo de seleção natural ou subsiste de etapas anteriores em que fomos primatas. Dia-a-Dia traz um leque de respostas a questões mais corriqueiras, como o uso do mertiolate, os distúrbios do sono, os benefícios e malefícios do vinho e da carne vermelha. Em A Saúde no Cotidiano aprende-se muito sobre males mais e menos graves, a azia e a depressão, a nova onda da aids ou a ameaça da gripe aviária. Droga estuda, entre outros, remédios perigosos como anabolizantes e anfetaminas, e tratamentos tão alternativos quanto ineficazes. Borboletas da Alma se encerra com o capítulo Vida e Morte, sobre a longevidade, o envelhecimento e a proximidade da morte, temas recorrentes nos livros desse oncologista de longa experiência e convívio com doentes graves, vítimas de câncer e de aids. Varela já trata da questão da morte no seu livro Por um Fio, também lançado pela Editora Companhia das Letras. Ele se especializou em oncologia numa época em que o câncer era visto com tanto horror que nem sequer se pronunciava essa palavra - dizia-se "aquela doença" - e desde então convive cotidianamente com doentes graves. Em Por um Fio, ele relata histórias que põem o leitor diante de questões delicadas, difíceis mesmo para quem lida com elas em sua rotina profissional. De um lado, a reação dos que se descobrem doentes, que vai da surpresa à revolta, do desespero ao silêncio e à aceitação. Do outro, a atitude dos parentes, que varia da dedicação incondicional à pura mesquinharia, da solidariedade ao abandono. E Drauzio conta ainda episódios surpreendentes de mudança de vida, como se a visão da morte fosse quase uma libertação, um divisor de águas que confere novo sentido ao porvir. Relata Varela no seu livro Por um Fio: “No começo da carreira imaginei que, se ficasse atento às reações dos que vivem seus momentos finais, compreenderia melhor o 'sentido da vida'. No mínimo aprenderia a enfrentar meus últimos dias sem pânico, se porventura me fosse concedido o privilégio de pressenti-los. Com o tempo percebi a ingenuidade de tal expectativa: supor que, por imitação ou aprendizado, seja possível encarar com serenidade a contradição entre a vida e minha morte é pretensão descabida. Não me refiro à morte de estranhos nem à de entes queridos, evidência que só nos deixa a alternativa da resignação, mas à minha morte, evento único, definitivo. No exercício da profissão aprendi que a reação individual diante da possibilidade concreta da morte é complexa, contraditória e imprevisível; impossível compartilhá-la em sua plenitude. Há muitos anos penso que, se conseguisse construir um caleidoscópio com as histórias dos doentes que conheci na prática da cancerologia, com as reações de seus familiares e amigos próximos, talvez pudesse transformá-lo num livro. Se até hoje me faltou coragem para tanto, foi por me considerar imaturo para a natureza da empreitada. Será possível na juventude compreender o que sente um senhor de oitenta anos ao perceber que não sairá vivo do hospital? O sofrimento de uma mulher ao perder o companheiro de quarenta anos de convivência harmoniosa pode ser imaginado por alguém de trinta? Imaginar a morte como um fardo prestes a desabar sobre nosso destino é insuportável. Conviver com a impressão de que ela nos espreita é tão angustiante que organizamos a rotina diária como se fôssemos imortais e, ainda, criamos teorias fantásticas para nos convencer de que a vida é eterna. 'Por que comigo?' foi a indagação que mais ouvi de quem recebe o diagnóstico de uma enfermidade fatal.”
Categoria: Literatura
Escrito por Mariangela às 09h37
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Filme catarinense sobre escritora de Blumenau é premiado em Brasília
O curta-metragem em 35 milímetros Por Causa do Papai Noel, da cineasta Mara Salla, previsto para estrear em dezembro, ganhou seu primeiro prêmio em festival de cinema no primeiro festival de que participou, a 7ª Mostra Taguatinga, no Distrito Federal. Por Causa do Papai Noel foi escolhido o melhor filme de ficção "pelo conjunto da realização e pela tradução do universo infantil", informou William Alves, coordenador do festival. O filme foi o trabalho de conclusão de curso da cineasta, formada em cinema e vídeo pela Unisul - Universidade do Sul de Santa Catarina -, e pôde ser rodado e finalizado em película porque foi um dos cinco finalistas do Prêmio de Apoio à Produção de Trabalhos de Conclusão de Cursos de Cinema e Audiovisual promovido pelo Ministério da Cultura e Forcine em 2005. Por Causa do Papai Noel é baseado na obra da escritora blumenauense Urda Alice Klueger. O filme brinca entre fatos reais narrados na crônica Por Causa do Papai Noel, publicada por Urda no livro No Tempo da Bolacha Maria (Editora Hemisfério Sul, 2002), e situações criadas pela cineasta Mara Salla, que mostra na telona uma menina tão apaixonada pela literatura que chega a tirar das páginas e trazer para o mundo real os personagens dos livros que lê. Assim, o espectador poderá conhecer um pouco mais da literatura catarinense e encontrar grandes personagens da literatura nacional, como a jovem Clarissa, do primeiro livro de Erico Verissimo, o menino Zezé, do livro Meu Pé de Laranja Lima, e até uma baiana de Jorge Amado. O juri oficial da 7ª Mostra Taguatinga foi composto por Sérgio Moricone (jornalista e crítico de cinema em Brasília), James Lews (diretor do programa Curtas na TV, da TV Câmara) e Pablo Martins (sociólogo e crítico de cinema em Brasília).
Categoria: Literatura
Escrito por Mariangela às 09h34
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A dança de salão é um teste psicológico para os homens
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Colaboração de Diego Willrich
Há trinta anos, os adolescentes encontravam o sexo oposto em bailes de salão organizados por clubes ou pais responsáveis preocupados com o sucesso reprodutivo de seus rebentos.
Na dança de salão o homem tem uma série de obrigações, como cuidar da mulher, planejar o rumo, variar os passos, segurar com firmeza e orientar delicadamente o corpo de uma mulher. Homens levam três vezes mais tempo para aprender a dançar do que mulheres. Não que eles sejam menos inteligentes, mas porque têm muito mais funções a executar. Essa sobrecarga em cima do homem permite à mulher avaliar rapidamente a inteligência do seu par, a sua capacidade de planejamento, a sua reação em situações de stress. A mulher só precisa acompanhá-lo. Ela pode dedicar seu tempo exclusivamente à tarefa de avaliação do homem. Uma mulher precisa de muito mais informações do que um homem para se apaixonar, e a dança permitia a ela avaliar o homem na delicadeza do trato, na firmeza da condução, no carinho do toque, no companheirismo e no significado que ele dava ao seu par. Ela podia analisar como o homem lidava com o fracasso, quando inadvertidamente dava uma pisada no seu pé. Podia ver como ele se desculpava, se é que se desculpava, ou se era do tipo que culpava os outros.
Essa convenção social de antigamente permitia ao sexo feminino avaliar numa única noite vinte rapazes entre os 500 presentes num grande baile. As mulheres faziam um verdadeiro teste psicológico, físico e social de um futuro marido e obtinham o que poucos testes psicológicos revelam. Em poucos minutos conseguiam ter uma primeira noção de inteligência, criatividade, coordenação, tato, carinho, cooperação, paciência, perseverança e liderança de um futuro par.
Infelizmente, perdemos esse costume porque se começou a considerar a dança de salão uma submissão da mulher ao poder do homem, porque era o homem quem convidava e conduzia a mulher.
Criaram o disco dancing, em que homem e mulher dançam separados, o homem não mais conduz nem sequer toca no corpo da mulher. O som é tão elevado que nem dá para conversar, os usuais 130 decibéis nem permitem algum tipo de interação entre os sexos.
Por isso, os jovens criaram o costume de "ficar", o que permite a uma garota conhecer, pelo menos, um homem por noite sem compromisso, em vez de conhecer vinte rapazes numa noite, também sem compromissos maiores.
Pior: hoje o primeiro contato de fato de um rapaz com o corpo de uma mulher é no ato sexual, e no início é um desastre. Acabam fazendo sexo mecanicamente em vez de romanticamente como a extensão natural de um tango ou bolero. Grandes dançarinos são grandes amantes, e não é por coincidência que mulheres adoram homens que realmente sabem dançar e se apaixonam facilmente por eles.
Masculinizamos as mulheres no disco dancing em vez de tornar os homens mais sensíveis, carinhosos e preocupados com o trato do corpo da mulher. Não é por acaso que aumentou a violência no mundo, especialmente a violência contra as mulheres. Não é à toa que perdemos o romantismo, o companheirismo e a cooperação entre os sexos.
Hoje, uma garota ou um rapaz tem de escolher o seu par num grupo muito restrito de pretendentes, e com pouca informação de ambas as partes, ao contrário de antigamente.
Eu não acredito que homens virem monstros e mulheres virem megeras depois de casados. As pessoas mudam muito pouco ao longo da vida, na realidade elas continuam a ser o que eram antes de se casar. Você é que não percebeu, ou não soube avaliar, porque perdemos os mecanismos de antigamente de seleção a partir de um grupo enorme de possíveis candidatos.
Fico feliz ao notar a volta da dança de salão, dos cursos de forró, tango e bolero, em que novamente os dois sexos dançam juntos, colados e em harmonia. Entre o olhar interessado e o "ficar" descompromissado, eliminamos infelizmente uma importante etapa social que era dançar, costume de todos os povos desde o início dos tempos.
Se você for mãe de um filho, ajude a reintroduzir a dança de salão nos clubes, nas festas e nas igrejas, para que homens aprendam a lidar com carinho com o corpo de uma mulher.
Se você for mãe de uma filha, devolva a ela a oportunidade que seus pais lhe deram, em vez de deixar sua filha surda, casada com um brutamontes, confuso e insensível idiota.
Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br). |
Categoria: notícias
Escrito por Mariangela às 09h26
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O ARTISTA INCONFESSÁVEL
Fazer o que seja é inútil. Não fazer nada é inútil. Mas entre fazer e não fazer mais vale o inútil do fazer. Mas não, fazer para esquecer que é inútil: nunca o esquecer. Mas fazer o inútil sabendo que ele é inútil, e bem sabendo que é inútil e que seu sentido não será sequer pressentido, fazer: porque ele é mais difícil do que não fazer, e dificil- mente se poderá dizer com mais desdém, ou então dizer mais direto ao leitor Ninguém que o feito o foi para ninguém.
[João Cabral de Melo Neto, Museu de Tudo]
Escrito por Mariangela às 11h27
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SANTOS DUMONT
No periscópio gravado hoje faço uma homenagem a Santos=Dumont (ele escrevia seu nome assim, para igualar o orgulho de ser tão brasileiro quanto francês). Descobriu-se a pouco um livro que ele escreveu mas não publicou. Começa assim:
"No Brasil, onde nasci em 20 de julho de 1873, o céu é tão belo, os pássaros voam tão alto e planam tão à vontade sobre as grandes asas estendidas, as nuvens sobem tão alegremente na pura luz do dia, onde se deitam tão languidamente, na atmosfera embalsamada das noites, que basta levantar os olhos para ficar amante do espaço e da liberdade."
Categoria: notícias
Escrito por Mariangela às 10h33
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Audio-books de Direito
> Direito Administrativo - 21,11 Mb > Direito Administrativo - Lei 8112 - 19,89 Mb > Direito Civil - 14,69 Mb > Direito Constitucional - 22,08 Mb > Direito do Trabalho - 25,06 Mb > Direito Eleitoral - 52,32 Mb > Direito Penal - 40,16 Mb > Direito Processual Civil - 20,58 Mb > Direito Processual Penal - 17,28 Mb > Direito Tributário - 20,22 Mb http://rapidshare.com/users/NMHC45
Categoria: Literatura
Escrito por Mariangela às 22h23
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Lauren Weisberger - O Diabo Veste Prada
versão doc, pdf e txt
<http://www.4shared.com/dir/1253747/d2b0e680/Lauren_Weisberger.html
>
> http://www.4shared.com/dir/1253747/d2b0e680/Lauren_Weisberger.html
Sobre a obra
Editora: Record ISBN: 8501068039 Ano: 2006 Edição: 11 Número de páginas: 410 Acabamento: Brochura Formato: Médio
SINOPSE
Andrea Sachs sai da faculdade e consegue um emprego cobiçado pela maioria das garotas: será assistente da poderosa editora Miranda Priestly, da revista Runaway. Mas a mulher é um verdadeiro demônio. Além de fazer toda a sociedade nova-iorquina temê-la por seu poder e erguer ou destruir uma carreira, transformar a vida de seus subordinados em um verdadeiro inferno, exigindo as tarefas mais absurdas 24 horas por dia.
Sobre o Autor
LAUREN WEISBERGER nasceu e cresceu numa cidade pequena da Pensilvânia e Cornell. Foi, então, para Nova York, onde arranjou um emprego que seria o sonho de consumo de milhões de mulheres: assistente de Anna Wintour, lendária editora da Vogue americana. Mas Lauren não estava querendo morrer, por isso pediu demissão e lançou este seu primeiro romance. Em breve a Editora Record vai publicar o novo livro da autora, Todo mundo que vale a pena conhecer, sobre o mundinho das festas mais descoladas de Nova York.
fonte: Equipe Digital Source Distribuindo cultura e conhecimento.
Categoria: Literatura
Escrito por Mariangela às 22h16
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O mel
O mel está para o adulto assim como o leite materno está para a criança; é um alimento de alto valor energético e propriedades medicinais. O mel vivifica, acalma, tem ação antibiótica, é cicatrizante, previne doenças e pode ser usado até como cosmético.
Se os benefícios desse alimento/remédio para o corpo físico já são mais do que conhecidos, pouco se sabe sobre os efeitos nos corpos sutis do homem. Mas, se levarmos em conta esses dois fatores acerca da produção do mel, podemos ter uma idéia de o quanto essa substância é especial:
Mel de eucalipto - reconhecidamente, é benéfico para a parte respiratória do corpo físico e favorece o chacra laríngeo. Mas, considerando-se que as raízes do eucalipto penetram profundamente na terra, o mel a partir dele produzido é recomendado também para ativar o chacra básico.
Mel de flores - como criaturas sutis que são, as flores dão um mel muito indicado para os chacras superiores, que estão relacionados com a parte espiritual do homem: cardíaco, frontal e coronário.
Mel de frutas - estimula as áreas vitais e relacionadas com as funções digestivas, sendo indicado para os chacras esplênico e do plexo solar.
Mel de jataí - trata-se de um mel selecionado e de poderes mais concentrados, pois é produzido por uma espécie de abelha aperfeiçoada e trazida para a Terra bem depois das primeiras espécies. É indicado para os chacras básico e frontal.
Modos de usar
Ingerir uma ou duas colheres de chá por dia é o suficiente para os adultos. O mel também pode ser passado no corpo, na região do chacra que se quer estimular. Recomenda-se massagear o local com mel e deixá-lo agir por um período de 30 minutos a 1 hora. Concomitantemente com a massagem, deve-se também ingerir uma colher de chá para promover a ação externa e interna da substância.
Mel "solarizado"
Para potencializar o efeito do mel, Shoma-Ol recomenda energizá-lo com a vibração das cores correspondentes a cada chacra. Para isso, basta colocar a substância num frasco de vidro da cor desejada e deixá-lo sob o sol por 15 minutos. Depois disso, o frasco pode ser guardado. O mel assim preparado deve ser usado apenas uma vez por semana para ingestão e massagem, conforme o processo já explicado. Enquanto você aguarda o tempo de ação da substância sobre a pele, Shoma-Ol recomenda fazer uma mentalização para o chacra que se está tratando. Só para lembrar, a correspondência entre chacras e cores é a seguinte:
básico - vermelho
Sexual - laranja
Plexo solar - amarelo
cardíaco - verde
laríngeo - azul celeste
Frontal - azul índigo
coronário - violeta
Categoria: Ciência
Escrito por Mariangela às 08h08
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senha da Veja: Breu Branco
Escrito por Mariangela às 12h49
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Da morte
Um dia... pronto!... me acabo.
Pois seja o que tem de ser.
Morrer que me importa?... O diabo
é deixar de viver!
Mário Quintana
Categoria: Literatura
Escrito por Mariangela às 10h39
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Inscrição para uma lareira
A vida é um incêndio: nela dançamos, salamandras mágicas.
Que importa restarem cinzas
se a chama foi bela e alta?
Em meio aos toros que desabam,
cantemos a canção das chamas!
Cantemos a canção da vida,
na própria luz consumida...
Mário Quintana
Categoria: Literatura
Escrito por Mariangela às 10h37
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