O verdadeiro choque de civilizações

 
Um dos estrategistas do Pentágono disse friamente:"as cidades fracassadas
e ferozes do Terceiro Mundo, principalmente seus arredores favelados,
serão o campo de batalha que distinguirá o século XXI".

Leonardo Boff
A expressão "choque de civilizações" como formato das futuras guerras da
humanidade foi cunhada pelo fracasssado estrategista da Guerra do Vietnã
Samuel P. Huntington. Para Mike Davis, um dos criativos pesquisadores
norte-americanos sobre temas atuais como "holocaustos coloniais" ou "a
ameaça global da gripe aviária", a guerra de civilizações se daria entre a
cidade organizada e a multidão de favelas do mundo.

Seu recente livro "Planeta Favela"(2006) apresenta uma pesquisa minuciosa
(apesar da bibiografia ser quase toda em inglês) sobre a favelização que
está ocorrendo aceleradamente por todas as partes. A humanidade sempre se
organizou de um jeito que grupos fortes se apropriassem da Terra e de seus
recursos, deixando grande parte da população excluída. Com a introdução do
neoliberalismo a partir de 1980 este processo ganhou livre curso: houve
uma privatização de quase tudo, uma acumulação de bens e serviços em
poucas mãos de tal monta que desestabilizou socialmente os países
periféricos e lançou milhões e milhões de pessoas na pura informalidade.
Para o sistema eles são "óleo queimado", "zeros econômicos", "massa
supérflua" que sequer merece entrar no exército de reserva do capital.

Essa exclusão se expressa pela favelização que ocorre no planeta inteiro
na proporção de 25 milhões de pessoas por ano. Segundo Davis 78,2% das
populações dos países pobres é de favelados (p.34). Dados da CIA, de 2002,
davam o espantoso número de 1 bilhão de pessoas desempregadas ou
subempregadas favelizadas.

Junto com a favela vem toda a corte de perversidades, como o exército de
milhares de crianças exploradas e escravizadas, como em Varanasi (Benares)
na Índia na fabricação de tapetes, ou as "fazendas de rins" e outros
órgãos comercializados em Madras ou no Cairo e formas inimagináveis de
degradação, onde pessoas "vivem literalmente na m"(p.142).

Ao Império norte-americano não passaram desapercebidas as conseqüências
geopolíticas de um "planeta de favelas". Temem "a urbanização da revolta"
ou a articulação dos favelados em vista de lutas políticas. Organizaram um
aparato MOUT (Military Operations on Urbanized Terrain: operações
militares em terreno urbanizado) com o objetivo de se treinarem soldados
para lutas em ruas labirínticas, nos esgoto, nas favelas, em qualquer
parte do mundo onde os interesses imperiais estejam ameaçados.

Será a luta entre a cidade organizada e amedrontada e a favela enfurecida.
Um dos estrategistas diz friamente:"as cidades fracassadas e ferozes do
Terceiro Mundo, principalmente seus arredores favelados, serão o campo de
batalha que distinguirá o século XXI; a doutrina do Pentágono está sendo
reconfigurada nessa linha para sustentar uma guerra mundial de baixa
intensidade e de duração ilimitada contra segmentos criminalizados dos
pobres urbanos. Esse é o verdadeiro choque de civilizações"( p.205).

Será que os métodos usados recentemente no Rio de Janeiro com a
militarização do combate aos traficantes nas favelas, com verdadeiras
execuções, já não obedece a esta estratégia, inspirada pelo Império?
Estamos entre os países mais favelizados do mundo, efeito perverso
provocado por aqueles que sempre negaram a reforma agrária e a inclusão
social das grandes maiorias pois lhes convinha deixá-las empobrecidas,
doentes e analfabetas. Enquanto não se fizerem as mudanças de inclusão
necessária, continuará o medo e o risco real de uma guerra sem fim.


Leonardo Boff é teólogo e escritor.
Artigo publicado no Clipping 12a. Hora - TRT/SC (23/08/2007)



Categoria: Literatura
Escrito por Mariangela às 21h51
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Estou desse jeito!

The Aged Memory from James Green
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An elderly couple were experiencing declining memories, so they decided to take a power memory class, where they teach you to remember things by association. Later, the man was talking to a
friend about how much the class helped him.

"Who was the instructor?" asked the neighbor.

"Oh, let's see," pondered the man. Ümm...what's that flower, you know, that smells real nice, but it has those thorns...?"

"A rose?" offered the neighbor.

"Right," said the man. He turned toward his house and shouted, "Hey, Rose, what's the name of the guy we took that memory class from?"



Categoria: humor
Escrito por Mariangela às 22h02
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O Globo lança coleção "Discoteca Brasileira do Século XX"

A partir de agora, os amantes da música brasileira já podem se programar para dar início a uma nova coleção, desta vez da Discoteca Brasileira do Século XX, que acaba de chegar às bancas. Serão seis livros-CDs contando a história da nossa música em cada década. Montando um painel da música brasileira, cinco dos seis livros foram escritos por jornalistas e críticos do Globo. O colunista Arthur Dapieve ficou responsável pelos anos 90, que abriu a série neste domingo e inclui marcos como Cazuza e Cássia Eller, passando por Skank, Planet Hemp, entre outros.



Categoria: notícias
Escrito por Mariangela às 18h29
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Portal resgata a vida no campo

    

O portal Coisas da Fazenda, criado pela consultoria de mídia Dainet, tem a proposta de atingir imenso contingente de pessoas que mora na cidade e sonha em comprar um pedaço de terra para viver com mais qualidade e bem-estar. No portal o internauta encontra piadas e "causos", receitas típicas de várias regiões do País, fotos curiosas, sons de aves, receitas de remédios caseiros, santo do dia, músicas regionais, entre outros.

O conceito primordial de Coisas da Fazenda é se comunicar com quem vive ou aspira viver no campo, sem necessariamente ter a pretensão de tornar-se grande fazendeiro ou plantador de café. No Coisas da Fazenda ainda é possível acionar links de diversos sites voltados ao universo do campo.



Categoria: notícias
Escrito por Mariangela às 18h27
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Folha Online estréia layout

 

Mais espaço para as notícias e maior facilidade de navegação são as novidades lançadas pelo novo layout da Folha Online que estreou nesta segunda-feira. O projeto, do editor de arte da Folha Online, Marcelo Katsuki, demorou aproximadamente seis meses, mas o plano de mudar existe desde 2006 quando ocorreram alterações menores.

"O foco foi a navegabilidade, facilitar a vida do leitor e do internauta para que ele consiga acessar o maior número de notícias de maneira mais rápida", explicou Ricardo Feltrin, editor-chefe da Folha Online. Agora, o site traz um banner no alto da página com link para os colunistas, e um destaque especial para as imagens. No espaço onde fica a foto principal será publicada uma galeria de fotos, que se alternarão automaticamente. As mudanças na versão virtual da Folha de S. Paulo foram ao ar pouco mais de um mês após o Estadão lançar seu novo portal.

A ferramenta de busca também está de cara nova, assim como o box do ranking de notícias mais lidas e dos indicadores econômicos. Há também um espaço fixo para o noticiário sobre o televisão e celebridades e um espaço exclusivo para o jornal Agora. Além disso, no alto e no final de todas as páginas há um índice com todas as editorias, coberturas especiais, serviços da Folha Online e links para galerias de imagens, "Erramos", colunistas e "Fale com a Gente".

A diretora-executiva da Folha Online, Ana Lucia Busch, disse que as “mudanças foram inspiradas por idéias dos próprios leitores, que nos enviam diariamente sugestões e reclamações. E também nos ajudam a corrigir nossos erros”.



Categoria: notícias
Escrito por Mariangela às 19h00
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Consulta de Medicamentos

http://www.consultaremedios

Você informa o nome do remédio e ele, além de dar o preço médio na sua cidade, ainda diz os nomes de medicamentos genéricos e similares:



Categoria: Link
Escrito por Mariangela às 15h28
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"ESCUTATÓRIA


Do escritor mineiro  RUBEM ALVES

Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar. Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória. Mas acho que ninguém vai se matricular.

Escutar é complicado e sutil. Diz Alberto Caeiro que "não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. É preciso também não ter filosofia nenhuma".

Filosofia é um monte de idéias, dentro da cabeça, sobre como são as coisas. Para se ver, é preciso que a cabeça esteja vazia.

Parafraseio o Alberto Caeiro: "Não é bastante ter ouvidos para ouvir o que é dito; é preciso também que haja silêncio dentro da alma". Daí a dificuldade: a gente não agüenta ouvir o que o outro diz sem logo dar um palpite melhor, sem misturar o que ele diz com aquilo que a gente tem a dizer.

Como se aquilo que ele diz não fosse digno de descansada consideração e precisasse ser complementado por aquilo que a gente tem a dizer, que é muito melhor.

Nossa incapacidade de ouvir é a manifestação mais constante e sutil de nossa arrogância e vaidade: no fundo, somos os mais bonitos...

Tenho um velho amigo, Jovelino, que se mudou para os Estados Unidos estimulado pela revolução de 64. Contou-me de sua experiência com os índios.

Reunidos os participantes, ninguém fala. Há um longo, longo silêncio. (Os pianistas, antes de iniciar o concerto, diante do piano, ficam assentados em silêncio, abrindo vazios de silêncio, expulsando todas as idéias estranhas.). Todos em silêncio, à espera do pensamento essencial. Aí, de repente, alguém fala. Curto. Todos ouvem.

Terminada a fala, novo silêncio. Falar logo em seguida seria um grande desrespeito, pois o outro falou os seus pensamentos, pensamentos que ele julgava essenciais. São-me estranhos. É preciso tempo para entender o que o outro falou. Se eu falar logo a seguir, são duas as possibilidades.

Primeira: "Fiquei em silêncio só por delicadeza. Na verdade, não ouvi o que você falou. Enquanto você falava, eu pensava nas coisas que iria falar quando você terminasse sua (tola) fala. Falo como se você não tivesse falado".

Segunda: "Ouvi o que você falou. Mas isso que você falou como novidade eu já pensei há muito tempo. É coisa velha para mim. Tanto que nem preciso pensar sobre o que você falou".

Em ambos os casos, estou chamando o outro de tolo. O que é pior que uma bofetada. O longo silêncio quer dizer: "Estou ponderando cuidadosamente tudo aquilo que você falou". E assim vai a reunião.

Não basta o silêncio de fora. É preciso silêncio dentro. Ausência de pensamentos. E aí, quando se faz o silêncio dentro, a gente começa a ouvir coisas que não ouvia.

Eu comecei a ouvir.

Fernando Pessoa conhecia a experiência, e se referia a algo que se ouve nos interstícios das palavras, no lugar onde não há palavras.

A música acontece no silêncio. A alma é uma catedral submersa.

No fundo do mar - quem faz mergulho sabe - a boca fica fechada. Somos todos olhos e ouvidos. Aí, livres dos ruídos do falatório e dos saberes da filosofia, ouvimos a melodia que não havia, que de tão linda nos faz chorar.

Para mim, Deus é isto: a beleza que se ouve no silêncio. Daí a importância de saber ouvir os outros: a beleza mora lá também.

Comunhão é quando a beleza do outro e a beleza da gente se juntam num contraponto."



Categoria: Literatura
Escrito por Mariangela às 22h22
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NY Times lança home page no estilo Web 2.0

 

O site do famoso jornal lançou o serviço My Times que exibe feeds RSS e previsão do tempo à escolha do usuário. Com cadastro gratuito no portal do diário, é possível organizar a ordem com que as notícias são exibidas, arrastando e soltando a posição das caixas de texto. O endereço my.times.com ainda conta com uma galeria de imagens do Flickr, notícias do Yahoo!, cotações das bolsas de valores e uma lista de sites favoritos. Outra atração do serviço é um novo sistema de buscas, que promete encontrar matérias publicadas no Times com maior precisão e rapidez.

Conheça o site.

Juliano Barreto - INFO Online



Categoria: notícias
Escrito por Mariangela às 19h07
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Americano cria banca de jornal digital

    

O jornalista Scott Walker, editor assistente do diário Birmingham News, de Alabama, nos Estados Unidos, desenvolveu um terminal eletrônico inspirado nas antigas máquinas de vender jornais para exibir últimas notícias. Para criar o aparelho, Walker reformulou uma dessas máquinas colocando um monitor LCD que exibe um slideshow com últimas notícias do jornal onde trabalha. "Sei que posso ler as notícias no meu computador ou em um iPhone, mas como um editor de jornal, tenho uma queda por tradições", explica Walker.

O apaixonado jornalista publicou ainda em seu blog um guia para quem quiser tentar construir uma máquina similar em casa. A informação é do CyberJournalist.



Categoria: notícias
Escrito por Mariangela às 21h07
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Meus problemas de memória acabaram!

http://www.43folders.com/2005/01/08/organizing-your-hipster-pda/

Tudo o que eu precisava para não esquecer as coisas que TEM que ser feitas, sem usar agenda, e olha que eu adoro agendas. Vou usar para programar cardápios (até parece!), fazer compras, elaborar aulas de patchwork e por aí a fora. Beleza!



Categoria: Link
Escrito por Mariangela às 14h10
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Perfil: Joel Silveira

Tiago Cordeiro

A fase da “grande reportagem” ocorreu durante o Estado Novo com jornalistas como Edmar Morel, David Nasser e Samuel Wainer colocando o repórter como principal personagem do meio jornalístico. Nesse período, Joel Silveira se destacou como um repórter por vocação e de talento inegável para contar histórias. Essa aptidão começaria a ser reconhecida em 1943 com a reportagem “Grã-finos em São Paulo”, publicada pelo Diário da Noite. Matéria em que o sergipano, há 70 anos no Rio de Janeiro, narrou os bastidores dos salões de festas de tradicionais famílias paulistas.

“Ele morria de inveja de um personagem que o Victor Hugo citava que era guilhotinado e minutos antes de morrer dizia ‘lamento morrer porque eu queria ver o resto’. Se ele pudesse fazer a cobertura da sua própria morte, ele faria”, afirma Geneton Moraes Neto, que se define como “um amigo e pupilo há vinte anos” do jornalista. A pedido de Silveira não haverá velório, mas a cerimônia de cremação será às 14h, da quinta-feira (16/08).

Nesta quarta-feira, o jornalista morreu de causas naturais aos 88 anos. Segundo sua filha, Elizabeth Silveira, ele sofria de câncer de próstata, mas não quis se tratar para poder morrer em casa. Com passagens por jornais como O Estado de S. Paulo, Correio da Manhã, Última Hora e a revista Manchete, ele deixa como referência um padrão de qualidade nas reportagens que hoje deixou de ser comum.

Trincheiras
Durante a segunda guerra mundial, o jornalista emprestaria seu talento para a cobertura do conflito junto com a Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Itália. Na época, houve a transição do trabalho de correspondentes de guerra dos militares para os civis.

“A guerra que cobri era uma guerra aberta, senti o gosto no sangue. A que o Joel cobriu foi de trincheira, de acampamento. Ele escreveu sobre o cheiro da guerra. Um cheiro de óleo diesel e excremento humano”, descreve o correspondente José Hamilton Ribeiro, que esteve no Vietnã.

Ribeiro reitera que a imprensa nacional dá cada vez menos espaço para trabalhos como os de Silveira. “Como o repórter de grande profundidade que ele era, seu espaço foi cada vez mais asfixiado. Não é comum publicar grandes reportagens, à exceção, talvez, da Brasileiros”, opina.

Brasileiro & Brasileiros
“A revista que a gente faz é pra gente como o Joel Silveira. Se a gente pudesse escolher um símbolo para a revista seria ele”, concorda o jornalista Ricardo Kotscho, diretor-adjunto da Brasileiros. “É um grande contador de histórias. De boas histórias”, revela Kotscho, usando o presente para o jornalista imortalizado por cerca de 40 livros.
 
Para Geneton, o fato de há duas décadas o jornalista não trabalhar regularmente em um jornal é triste para a história do jornalismo nacional. “É como se o Brasil estivesse abrindo mão de um talento raro, o Brasil não podia se dar a esse luxo”, protesta. “Podemos dizer que hoje morreu o maior repórter brasileiro”.



Categoria: notícias
Escrito por Mariangela às 21h25
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Entre dois fogos

Frei Betto 

 
Na noite de terça, 17, teve  início mais um primeiro dia do resto de minha vida. Já passei por situações de risco, mas nunca imaginei presenciar dois acidentes, no mesmo dia, nos dois  principais aeroportos do país.

 Às 15h da terça eu me encontrava na sala de embarque do Santos Dumont, no Rio, pronto a ingressar no  vôo 2432 da Varig, rumo a São Paulo. Súbito, ouvi gritaria junto ao raios X.  Imaginei algum passageiro irritado por se ver obrigado a se submeter ao rigor da revista. Eram funcionários da Infraero; berravam para que todos  saíssem imediatamente.
 
 Na correria rumo às portas de emergência, senti forte cheiro de queimado, como  se um gás prevalecesse sobre o oxigênio. Exceto gritos desesperados de “fogo!”  e ordens para sair o quanto antes, naquelas instalações recém-inauguradas nada  vi que se parecesse a um sistema de segurança aos usuários. Não soou alarme, painéis eletrônicos não exibiam orientações, pilotos e  comissários de bordo pareciam desorientados. 
 
As aeronaves prestes a sair foram evacuadas, passageiros e tripulantes se  juntaram à centena de pessoas que, como eu, foram conduzidas para o pátio. Dali  vimos a densa fumaça preta emergindo do terceiro andar do prédio novo, ainda em obras.
 
 Frente à perspectiva de longo atraso no reembarque, um  passageiro exclamou: “Depois de querer que a gente banque o Marquês de Sade, agora querem nos fazer de Joana D’Arc”. Os bombeiros de plantão eram insuficientes e o reforço levou pelo menos 20 minutos para chegar ao  local.
 
 Após alguns minutos no pátio, exigiram que saíssemos pela  antiga sala de desembarque. As luzes do Santos Dumont foram desligadas; ficamos todos ali no saguão, sem nenhuma informação da Infraero. Meia hora depois os passageiros, informados pelas empresas de que não havia  previsão de reinício dos vôos, começaram a se deslocar para o aeroporto Tom  Jobim.
 
 Aliviado, embarquei no vôo 3041 da TAM. O comandante preveniu-nos de que, devido ao excesso de tráfego sobre São Paulo, nossa aterrissagem sofreria atraso. Passava das 18h40  quando, sob forte chuva, tocamos a pista de Congonhas. Fui aguardar minhas  malas.
 
Parado junto à esteira, fiquei defronte ao  vidro transparente que permite enxergar a pista, sem no entanto escutar qualquer ruído. Estranhei a excessiva demora das bagagens. Havia muita  irritação por parte dos passageiros que, como eu, aguardavam. Os poucos  funcionários das empresas aéreas pareciam evitar tamanho assédio por informações. Tensos, guardavam silêncio. Notei que a pista não apresentava nenhum  movimento de aeronaves.
 
 Alguém ao meu lado comentou que, na  cabeceira da pista, um avião cargueiro da TAM pegava fogo. Minha primeira  reação foi supor uma confusão com o princípio de incêndio no Santos Dumont.  Expliquei que o incêndio não era ali, era no Rio, e no prédio, não na aeronave.
 
 Após longo tempo, as malas apareceram. Foi então  que, ao ter acesso ao saguão de espera de passageiros, me dei conta de que algo muito grave ocorria. Pessoas agitadas, nervosas, aos prantos, insistiam  em obter informações sobre o vôo 3054 da TAM, proveniente de Porto Alegre. Ali  dentro pareciam não ter noção do que se passara do lado de fora: a aeronave, que aterrissou logo em seguida à que viajei, ultrapassou a avenida Washington Luis  e se chocou contra o prédio da TAM Express, vizinho  a um posto de gasolina. Ela poderia ter entrado no prédio do aeroporto ou ter feito explodir o posto de gasolina, atingindo-nos…
 
 Com tudo paralisado, filas de passageiros se acumulavam  junto aos check-in; a maioria sem notícia do que ocorrera. Atribuía-se, pois,  ao “caos aéreo”. Ouviam-se, a todo momento, comentários desairosos às  autoridades públicas.
 
 Ao sair para a calçada do aeroporto,  diante dos portões de embarque, fiquei com o coração apertado observando o clarão das chamas do Airbus. Só então me dei conta da gravidade do acidente.  Viaturas do Corpo de Bombeiros e da polícia aglutinavam-se no local. Lembrei  do comentário do meu mecânico, seu Geraldo: “Eu, andar de avião? Nunca. Jamais  entro naquele tubo revestido de gasolina em combustão. Vou confiar num troço  que voa lá em cima, mas a oficina fica aqui embaixo?”
 
 Pensei com  meus botões: ainda não é de viagem de avião que tenho medo. É das autoridades  responsáveis pela nossa segurança aérea. Tudo indica que elas não conseguem pôr a cabeça no lugar e os pés na terra.
 
 
 
Frei Betto é escritor, autor de “A mosca azul” (Rocco), entre outros livros. 



Categoria: Literatura
Escrito por Mariangela às 18h14
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Neuróbica

Uma nova teoria que acredita em exercícios cerebrais que possam estimular o racíocinio. Uma aeróbica nos neurônios... para produzir neurotrofinas, fazendo com que eles fiquem sarados.

 

 

O princípio básico da neuróbica é quebrar, variar a rotina.

Nossas rotinas são feitas no automático..quando fazemos algo diferente praticamente obrigamos o nosso cérebro a ter um trabalho adicional.

 

Um bom exemplo é o ambidestrismo. Se uma pessoa é canhota, ela pode experimentar escovar os dentes com a mão direita. Se é destra, pode manusear o mouse com a esquerda.

 

Para evitar a inércia cerebral, a lista de exercícios é extensa e inclui desde aprender uma nova língua, ler em voz alta, variar o caminho do trabalho, ver as horas num espelho, fechar os olhos durante o banho e tentar diferenciar o xampu do condicionador apenas pelo cheiro, vestir-se orientado somente pelo tato, até exercícios mais difíceis, como andar de costas pela casa, ler o jornal de cabeça para baixo, entrar em casa com os olhos fechados e realizar as atividades habituais.

 

A proposta é estimular o tato e o olfato pouco explorados por nós. Isto estimula o cérebro a se manter ágil, saudável para criar novos caminhos.

 

Segundo a Neurociência o nosso cérebro apesar de envelhecer continua a possuir capacidade de crescer e mudar o padrão de suas conexões. E quando introduzimos novas tarefas no nosso dia a dia realmente há um aumento na atividade cerebral.

 

Até agora conhecíamos o jogo de xadrez, palavras cruzadas... jogo de cartas...quebra-cabeça.. como benéficos para o cérebro.

 

A neuróbica é interessante, simples e divertida,gratificante, promove o auto- conhecimento, eleva a auto-estima, previne doenças degenerativas do cérebro e pode ser feita a qualquer hora.

 

Vale a pena tentar! E não custa nada... Que tal começar hoje?



Categoria: Ciência
Escrito por Mariangela às 22h33
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15 propagandas em lugares infelizes

As propagandas podem ser criativas e propositalmente engraçadas. Porém, algumas vezes, e em lugares ruins, podem ter resultados inesperados. Aqui está uma lista de 15 propagandas em lugares totalmente desafortunados.








No anúncio da esquerda: "Está com uma sede gigante?"



No anúncio do canto superior direito: "Queima, baby. Queima!"
Na manchete do artigo, mais abaixo à esquerda: "Uma criança morta e outra em estado crítico depois de incêndio em residência"



No anúncio superior: "A luta contra o câncer não está perdida. Eu sou prova viva."



Na lateral do ônibus está escrito: "Se você não fez um seguro da GIO contra terceiros, sugerimos que você não bata neste ônibus."



No anúncio de cima se diz: "Obesidade infantil. Não pense que é coisa leve."






O anúncio no banner à direita da tela (com a imagem do Einstein) pergunta: "Qual é o seu QI?"



O artigo à esqueda diz: "Assistente de professor fez sexo com adolescente de 15 anos".
A propaganda à direita anuncia: "Seja professor assistente".



No artigo: Café pode iniciar ataque cardíaco...



Artigo na parte superior esquerda: "65 são condenados em julgamento sobre abuso infantil"
Propaganda (foto da menina): "Lembra da sua primeira namorada?"



Artigo: "Pára-quedista morre após pernas serem amputadas em pleno ar"
À direita: "Nós sabemos que você voa. American Airlines"



Em artigo sobre o "caçador de crocodilos" australiano que morreu deixando um bebê e esposa.



"404" é um erro muito comum na internet que quer dizer "Arquivo ou pasta não encontrados".


Escrito por Mariangela às 14h59
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Revelado mistério da produção da febre

http://groups.tecnocientista.info/nd.asp?cod=5974

A febre é uma conhecida forma do organismo de se proteger contra infecções bacterianas e outras doenças, mas, até agora, os médicos não sabiam exatamente onde a febre era “produzida”. Agora, uma equipe de cientistas americanos respondeu essa pergunta. Com ela, explicaram exatamente como esse mecanismo age para nos proteger.

A febre, explica a equipe do Centro Médico Beth Israel Deaconess, nos EUA, surge a partir da interação de dois hormônios no cérebro. Quando ocorre uma inflamação, o organismo produz as chamadas citoquinas. Elas, por sua vez, agem nos vasos sanguíneos do cérebro para a produção de outro hormônio, a prostaglandina E2 (PGE2). É ele que vai ocasionar a febre, ao agir em um receptor dos neurônios chamado E3, em uma área do cérebro conhecida como hipotálamo -- que é pouco maior que uma cabeça de alfinete.

  • Os 20 veículos mais estranhos
    É a ação do PGE2 que causa a febre -– e também a perda de apetite, a fadiga, as dores no corpo e todos os sintomas associados a uma infecção bacteriana. Todos são respostas adaptativas do organismo que permitem que a infecção seja combatida.

    A febre existe porque quando nosso corpo está alguns poucos graus mais quente, nossas defesas funcionam melhor. O cansaço e a dor no corpo forçam a pessoa a descansar, o que economiza energia para o uso no combate à infecção (é como se nosso corpo “reiniciasse” em “modo de segurança”, para poupar energia).

    De acordo com os médicos, é por isso que muitas doenças têm os mesmos sintomas: eles não são causados pela infecção, mas pela resposta do organismo.

    Antes desse estudo, os cientistas não sabiam em quais neurônios o hormônio PGE2 atuava. Para descobrir, eles criaram camundongos em laboratório sem o receptor E3. Alguns tinham o receptor desativado em uma certa área cerebral, outros em outra e assim por diante. Por eliminação, encontraram o ponto exato onde a ação começa.


  • Categoria: Ciência
    Escrito por Mariangela às 14h50
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    câncer de mama
    Apenas 56% dos casos são diagnosticados pela mamografia
    Exames de mamografia não detectam quase metade dos casos de câncer de mama em estágio inicial, revelou uma pesquisa publicada na revista Lancet.

    De acordo com pesquisadores da Universidade de Bonn, na Alemanha, as radiografias identificam apenas 56% dos primeiros sinais do tumor.

    Já os exames de ressonância magnética, afirmam os especialistas, são mais precisos e podem detectar até 92% dos casos da doença em estágio inicial.

    Os pesquisadores acompanharam 7,3 mil mulheres para tentar detectar um dos estágios mais iniciais da doença, em que os ductos mamários são afetados.

    Tumor agressivo

    As imagens de ressonância magnética foram mais precisas no diagnóstico da doença e também produziram resultados mais corretos nos casos em que o tumor era agressivo.

    Cerca de 98% dos casos de câncer agressivo foram apontados pela ressonância magnética, enquanto a mamografia acusou apenas 52%.

    Os exames de ressonância magnética geralmente não são utilizados como a primeira ferramenta para detectar o câncer de mama, sendo normalmente solicitados como complementos à mamografia.

    "A descoberta de que a MRI (sigla em inglês para imagens de ressonância magnética) é superior à mamografia vira tudo de cabeça para baixo", disse Christinane Kuhl, líder da pesquisa.

    Em comentário na Lancet, a pesquisadora Carla Boetes, da Universidade de Radbou, na Holanda, defendeu a realização de mais pesquisas para verificar o mérito do exame de alta precisão.

    "A MRI não deve ser mais vista como recurso adjunto à mamografia, mas como um método mais nítido para detectar o cânceer de mama no estágio inicial".



    Categoria: Ciência
    Escrito por Mariangela às 18h42
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    Canhotos e agosto

    Não se assuste com o 13, nem com agosto, muito menos com o canhoto!
    Muita gente pergunta: por que 13 de agosto é o Dia do Canhoto? Normalmente se diz que ninguém sabe por quê, mas nós temos uma explicação plausível. Como se sabe, o mês de agosto é considerado de mau agouro, havendo o dito popular: "agosto mês do desgosto".

    Quanto ao número 13, todos sabem, é considerado "que dá azar". Há muitas superstições desse número. Nos Estados Unidos, a superstição chega a extremos: muitos edifícios não têm o 13º andar, pulam do 12 para o 14. Nos hotéis também! Nos aeroportos, o número 13 é evitado: do portão de embarque de número 12 geralmente pula para o 14.

    Mas, que tem a ver o canhoto com o azar? Nos dicionários, encontramos "canhoto" com o sinônimo informal de "diabo". A palavra "sinistro" refere-se também a "canhoto", sendo "sinistrismo" o uso predominante da mão esquerda. Mas os canhotos nada têm a ver com azar!

    Agora, a explicação: a pessoa canhota é geralmente muito criativa, inquieta e quantas mães já não disseram carinhosamente para a criança canhota: "é um demônio"!

    Assim, como toda pessoa criativa, o canhoto passa a ser um estorvo, vive "inventando moda", querendo mudar as coisas, fazendo estrepolias. Na religião cristã, demônio é o anjo que se rebelou contra a autoridade divina.

    Mas os canhotos e canhotas são adoráveis rebeldes, cheios de características muito interessantes, mas pouco notadas e, às vezes, incompreendidas pelos destros.

    A partir de agora, passe a observar os canhotos e veja se eles não são precisos no que fazem, se não são criativos e, por isso, agudos nas observações, têm uma excelente mira e muitos são músicos porque usam mais o hemisfério direito do cérebro. E têm senso de humor para aturar a nós, destros...

    Professor Luiz Machado, Ph.D.
    Cientista Fundador da Cidade do Cérebro
    Mentor da Emotologia



    Categoria: notícias
    Escrito por Mariangela às 22h35
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    comunicação

    "Uma sábia e conhecida história diz que, certa vez, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho.
    - Que desgraça, senhor! - exclamou o adivinho - Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.
    - Mas que insolente! - gritou o sultão enfurecido - Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui!
    Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:
    - Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes.
    A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao adivinho. Quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:
    - Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.
    - Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer as coisas... Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Porém, a forma com que ela é comunicada é que pode provocar grandes problemas. A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta, mas, se a envolvermos em delicada embalagem, e a oferecermos com ternura, certamente será aceita com felicidade. " >



    Categoria: humor
    Escrito por Mariangela às 22h20
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    ""Não há como substituir um velho companheiro."

    Autor: Saint-Exupery

    Buscar na Web "Saint-Exupery"

    "Nada vale o tesouro de tantas recordações comuns, de tantos momentos
    difíceis vividos juntos, tantas desavenças e reconciliações; tantas emoções
    compartilhadas. Não se reconstroem essas amizades.
    É inútil plantar um carvalho na esperança de poder, em breve, se abrigar sob a sua sombra."

    O belo pensamento é de Saint-Exupéry, em seu texto "Terra dos homens", e nos remete a uma temática deveras importante: a construção de nossas relações com os outros.



    Categoria: Citação
    Escrito por Mariangela às 16h44
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    DICAS PARA INTERPRETAR OS RÓTULOS

    (ítens de declaração OBRIGATÓRIA pelo fabricante)

    * VALOR CALÓRICO (expresso em quilocalorias - Kcal): indica a energia que o alimento ou a porção do alimento fornece. Para o cálculo é feita a somatória das calorias de carboidratos, proteínas e gorduras do alimento.
    DICA: A necessidade calórica diária varia de pessoa para pessoa e depende de sexo, atividade física e idade.

    * CARBOIDRATOS (em gramas): fornecem 4 Kcal por grama; é responsável pelo fornecimento de energia que nosso corpo precisa para realizar as atividades físicas e mentais
    DICA: Em uma alimentação equilibrada devem corresponder a 60% do valor calórico total diário recomendado.

    * PROTEÍNAS (em gramas): fornecem 6 Kcal por grama; têm função reparadora, de cicatrização e fabricação de tecidos.
    DICA: Em uma alimentação equilibrada devem corresponder a 15% do valor calórico total diário recomendado. 

    * GORDURAS TOTAIS (em gramas): fornecem 9 Kcal por grama; é a somatória de todas as gorduras (saturadas, insaturadas e trans) contidas no alimento. Sua função é auxiliar na absorção e transporte das vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K), compor as membranas celulares e manter o equilíbrio térmico do organismo.
    DICA: Em uma alimentação equilibrada devem corresponder a 25% do valor calórico total diário recomendado.

    * GORDURAS SATURADAS (em gramas): fornecem 9 Kcal por grama; é um tipo de gordura necessária em pequenas quantidades. Quando consumidas em excesso, podem causar obesidade, câncer e doenças cardiovasculares. 
    DICA: Em uma alimentação equilibrada devem estar numa proporção abaixo de 7% do valor calórico total diário recomendado.

    * GORDURAS TRANS OU HIDROGENADA (em gramas): fornecem 9 Kcal por grama; devem ser evitadas ou consumidas com bastante moderação pois colaboram na elevação do nível de colesterol sanguíneo.
    DICA: Não se deve consumir mais de 2 gramas de Gorduras Trans por dia.

    * FIBRA ALIMENTAR (em gramas): não fornecem calorias; são classificadas em solúveis e insolúveis e contribuem para o bom funcionamento do intestino, controle da fome, redução do risco de doenças cardiovasculares, câncer e obesidade.
    DICA: Uma alimentação equilibrada deve conter 25 gramas de fibras por dia. 

    * SÓDIO (em miligramas): micronutriente que não fornece quilocalorias; regula os fluídos extracelulares e o volume plasmático, participa da condução dos impulsos nervosos e contrações musculares. Quando consumido em excesso, pode causar hipertensão.
    DICA: Uma alimentação equilibrada deve ter, no máximo, 2400 miligramas de sódio por dia.
    (Obs.: Quer se espantar? Dê uma olhada na quantidade de sódio que contém um pacote de miojo) 

    * % VD (Valor Diário de Referência): é o percentual que a porção do alimento atende do Valor Diário utilizado como Referência para a rotulagem.
    DICA: Seus valores diários de calorias e nutrientes podem ser maiores ou menores dos utilizados para a rotulagem e dependem de suas necessidades individuais.



    Categoria: Ciência
    Escrito por Mariangela às 22h26
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    Brasil é um dos seis países que mais utilizam Web 2.0

      

    Os internautas brasileiros são fortes usuários de ferramentas colaborativas, como blogs, podcasts, vídeos e fotos, segundo dados de uma pesquisa sobre Novas Mídias encomendada pela Intel. "O Brasil está sempre no quinto ou no sexto lugar em cada categoria, isso em uma realidade em que apenas 20% da classe C têm computador em casa. Em muitos dos itens, Estados Unidos e China estão na nossa frente, mas os resultados deles são desproporcionais, seja pelo tamanho da população ou pela dimensão do mercado de computadores", analisa Élber Mazaro, diretor de marketing da Intel no Brasil.

    Os resultados mostram que o Brasil é terceiro país do mundo em número de blogueiros. Ao todo, 170 milhões de pessoas utilizam essa ferramenta no mundo. Além disso, o país também é o quarto colocado em upload de fotos, com um resultado 23% acima da média mundial, e o segundo em upload de vídeos.

    Segundo a pesquisa, o Brasil é o terceiro país que mais vê vídeos na Internet e faz download de podcasts. Ao todo, em todo o mundo, 330 milhões de pessoas assistem a vídeos na Web. Em termos de leitura de blogs, está em quinto lugar, com uma média 10% acima da mundial. A Coréia ocupa a primeira posição. Já em relação a percentual de blogueiros, Brasil e México aparecem em sexto lugar, com resultados 5% acima da média mundial. A China está em primeiro.

    Quando o assunto é uso de redes sociais, o Brasil lidera o ranking, seguido por México e China, respectivamente. Mas o México é o campeão na utilização de instant messenger, uma posição à frente do Brasil. "Os resultados da pesquisa explicam um pouco o modo de consumo do brasileiro. Isso chama a atenção da Intel e nos leva a querer aproveitar esse potencial", afirma Mazaro. A pesquisa foi realizada em 21 mercados, entre eles Estados Unidos, Brasil, México, Japão, totalizando 75% do mercado global. A análise foi realizada entre o final de 2006 e o início de 2007, em três etapas.

    Fonte: W News



    Categoria: notícias
    Escrito por Mariangela às 21h58
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    Referência em textos interessantes

    http://www.baciadasalmas.com/

    Assim se auto-define: A Bacia das Almas é repositório final de idéias condenadas à reformulação eterna.



    Categoria: Link
    Escrito por Mariangela às 14h26
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